Johnny Mão de Alface sempre acreditou que podia transformar qualquer coisa em um projeto cripto. Depois de ver um vídeo no YouTube sobre um cara que minerava Bitcoin usando o ar-condicionado, ele teve uma ideia brilhante (ou nem tanto): transformar sua geladeira velha em uma mineradora de criptomoedas caseira.
Armado com um tutorial duvidoso encontrado em um fórum russo e muita fita isolante, Johnny passou um fim de semana inteiro tentando adaptar a pobre geladeira para rodar mineração. Conectou cabos USB nas portas que nem existiam, colou ventoinhas extras com supercola e até instalou um adesivo escrito “Mining Rig 3000 Deluxe” para dar um ar profissional.
Quando ligou o “sistema”, a geladeira começou a fazer barulhos estranhos. Primeiro, parecia uma turbina de avião; depois, um ronco de motocicleta velha. Johnny ficou animado:
— É isso! Já deve estar minerando Ethereum!
Só que, em vez de moedas digitais, a geladeira começou a produzir um cheiro terrível. O motor queimou, e todo o congelador descongelou de uma vez. O resultado? Uma poça de água no chão da cozinha e 15 coxinhas congeladas boiando em formato de iceberg.
Mas o pior ainda estava por vir. O contador de energia girava tão rápido que parecia uma roleta de cassino. A conta do mês chegou como um rug pull: quase três vezes o valor da conta anterior.
Johnny, como sempre, levou a desgraça com humor. Postou no grupo de criptomoedas no Facebook:
“Pessoal, minha geladeira não minerou Bitcoin, mas minerou prejuízo. Alguém aceita coxinha descongelada como NFT?”
O post viralizou, e Johnny ganhou dezenas de memes, como:
– Uma geladeira com asas e a legenda “To The Moon (Freezer Edition)”
– E uma imagem dele segurando uma tomada que dizia: “Proof of Stupidity.”
No fim, Johnny concluiu:
— Talvez eu não fique rico minerando criptomoedas… mas com certeza já sou milionário em histórias engraçadas.
Fique ligado para o próximo capítulo das trapalhadas de Johnny Mão de Alface, onde nem os eletrodomésticos escapam da febre cripto!
