Johnny Mão de Alface sempre foi curioso sobre as novas tendências no mundo cripto. Depois de ouvir falar sobre NFTs (Tokens Não Fungíveis) por todos os lados, ele decidiu mergulhar nesse universo. Inspirado por histórias de pessoas que venderam imagens de pedras por milhões de dólares, Johnny tinha certeza de que finalmente iria se dar bem.
Durante suas pesquisas, ele descobriu um marketplace de NFTs onde qualquer pessoa podia criar e vender suas obras digitais. "É agora!", pensou Johnny. Ele abriu o Photoshop e criou sua primeira "arte": uma foto tirada da sua própria geladeira com os ímãs desorganizados e um pote de maionese aparecendo ao fundo. O título? "A Alma da Geladeira Moderna – Edição Única."
Confiante no potencial artístico de sua obra, Johnny listou o NFT por 5 ETH, acreditando que estava precificando de forma modesta para um gênio em ascensão. Ele passou o dia inteiro atualizando a página, esperando ansiosamente por lances, mas nada aconteceu.
No segundo dia, um amigo do grupo de criptomoedas comentou:
— Johnny, o NFT da geladeira? Sério? Quem vai pagar 5 ETH por isso?
— Cara, é uma peça conceitual! Representa o caos da vida moderna, sabe? — respondeu Johnny, com ares de artista incompreendido.
Para atrair compradores, ele começou a promover o NFT nas redes sociais. Postou em grupos de criptomoedas, no Twitter, e até no Instagram, com legendas elaboradas como: "A arte é subjetiva. Veja além do pote de maionese."
Surpreendentemente, o post começou a ganhar tração, mas não da forma que Johnny esperava. As pessoas começaram a fazer piadas sobre a geladeira. Um seguidor perguntou:
— O NFT vem com desconto na maionese?
Outro sugeriu que Johnny criasse uma coleção inteira de "Geladeiras do Mundo". Ele levou a ideia a sério e passou a tirar fotos de geladeiras de amigos, parentes e até de supermercados. Todas viraram NFTs com títulos absurdos, como "Geladeira do Tio Zé – Minimalismo em Alta" e "Congelados Anônimos – Uma Tragédia Fria."
Um dia, para sua surpresa, um colecionador excêntrico comprou o NFT original da geladeira por 0,1 ETH. Johnny ficou eufórico. Ele imediatamente gravou um vídeo comemorando e postou no grupo:
— Gente, eu sou um artista NFT agora! Minha geladeira vale mais que muita arte moderna!
A história viralizou, e Johnny ficou conhecido como o "Rei das Geladeiras NFT". Inspirado por seu sucesso improvável, ele começou a dar palestras em pequenos eventos sobre criatividade no mercado de NFTs. Embora nunca tenha vendido outro NFT por mais de 0,05 ETH, Johnny finalmente encontrou sua nova paixão: transformar situações absurdas em histórias lucrativas e, claro, hilárias.
No final das contas, Johnny aprendeu que, no mundo das criptomoedas e NFTs, o mais importante é se divertir — e, se possível, ganhar uns trocados no processo.
Fique ligado para mais aventuras de Johnny Mão de Alface, onde cada nova ideia é mais maluca que a anterior!